(Este post é uma prévia de um assunto que pretendo abordar em breve)

Eu costumo dizer que a internet cresce com os usuários. A web 2.0 nada mais é do que a descoberta do poder que temos como usuários de internet. A tecnologia vai respondendo a essa evolução comportamental e gerando produtos “inovadores”.

A propaganda online sempre foi muito questionada. As estatisticas não são muito favoraveis, a tava de conversão de cliques em banners por exemplo é de 1%. As agências e profissionais defendem como experiência, branding (o que eu concordo).

A um tempo atrás escervi(alfinetei) no CI9 um post sobre uma peça da Natura onde o usuário podia optar por não vê-lo durante um período de tempo(iniciativa continuada pelo próprio CI9 agora).

Ok, depois da polêmica e da minha retratação, minhas impressões agora são a favor deste tipo de iniciativa.

Mas acho fundamental que tecnologia, criação e mídia se conversem. Nesse caso minhas perguntas são: falando de tecnologia, como se comporta essa propaganda não vista? O page-view(não-view) é contabilizado? E falando do ponto de vista da mídia, quem ta pagando pelo espaço vazio?

Do ponto de vista de mercado, é legal ter números a respeito do comportamento do usuário, ver um cliente corajoso como a Natura topando ser fechada. Que venham os resultados confirmar que toda ousadia é valida.

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